segunda-feira, 16 de junho de 2014

Recursos e Estratégias em baixa tecnologia para TGDs

  " O transtorno do Espectro Autista é um distúrbio do desenvolvimento neurológico e deve estar presente desde a infância ou do início da infância, mas pode não ser detectado mais tarde devido a mínimas demandas sociais e do apoio dos pais ou responsáveis nos primeiros anos. Esse distúrbio passa a ter dois domínios: sociais/comunicação, déficits e interesses fixados e comportamentos repetitivos." (APA, 2012).
Aqui iremos focar a comunicação e a linguagem por percebermos estes como instrumentos potentes de mediação.
Em seus estudos, Bez (2010), evidenciou que o uso de estratégias de mediação acrescido da utilização da comunicação alternativa de alta e baixa tecnologia proporcionam aos sujeitos com TGD um aumento de sua interação social e da ampliação da comunicação.

\A aprendizagem dos autistas se dá através de uma abordagem vivencial. Todos os momentos e ambientes são utilizados como objetos de estudo. É importante salientar que o maior desafio é pensar em atividades que despertem o interesse do aluno.
Segue abaixo alguns recursos e estratégias que podem apoiar no desenvolvimento dos TGDs.


Cartões de comunicação




Descrição de imagem:
A imagem apresenta vários cartões de comunicação com símbolos gráficos representativos de mensagens. Os cartões estão organizados por categorias de símbolos e cada categoria se distingue por apresentar uma cor de moldura diferente: 


 Sistema PCS
 características: desenhos simples e claros, fácil reconhecimento, adequados para usuários de qualquer idade, facilmente combináveis com outras figuras e fotos para a criação de recursos de comunicação individualizados. São extremamente úteis para criação de atividades educacionais. O sistema de símbolos PCS está disponível no Brasil por meio do software Boardmaker.

Prancha com símbolos PCS

Descrição d



e imagem:
Visualiza-se uma prancha de comunicação com dezoito símbolos gráficos PCS cujas mensagens servirão para escolher alimentos e bebidas.



Atividade: Rotina Diária







 Atividade: Linguagem: Dias da Semana



  Atividade: Linguagem e Rotina Diária






Referência:

Transtorno do Espectro Autista – Maria Rosangela Bez. In: Sistema de comunicação alternativa para processos de inclusão em autismo: uma proposta integrada de desenvolvimento em contextos para aplicações móveis e web. Tese (Doutorado em Informática na Educação) – UFRGS – Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação. Porto Alegre, 2014 (09 páginas).

BELISIÁRIO FILHO, J. F.; CUNHA, P. Coletânia UFC-MEC/2010: A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar – Fascículo 9: Transtornos Globais do Desenvolvimento.

BEZ, M. R.; PASSERINO, L. M. Applying Alternative and Augmentative Communication to an inclusive group. IN: WCCE 2009 – Education and Technology for a Better Worldn Monday, 2009, Bento Gonçalves – RS. WCCE 2009 Proceedings – Education and Technology for a Better World Monday. Germany: IFIP WCCE, 2009. V. 1. P. 164-174. Traduzido. Aplicando a Comunicação Aumentativa e Alternativa numa turma inclusiva.

BEZ, Maria Rosangela. Linguagem e Comunicação. IN: Curso de Atendimento Educacional Especializado. Disciplina: AEE E TGD. 2014.







sexta-feira, 9 de maio de 2014

Pessoas com surdocegueira e deficiência múltipla.



A Pessoa com Surdocegueira.

Segundo Mclnnes(1999), é uma deficiência única que requer uma abordagem específica para favorecer a pessoa com surdocegueira e um sistema para dar este suporte.


Divisão das categorias:
* Indivíduos que eram cegos e se tornaram surdos;
*Indivíduos que se tornaram cegos;
* Indivíduos que eram surdos e se tornaram surdocegos;
* Indivíduos que nasceram ou adquiriram surdocegueira precocemente.

Mclnnes (1999) relata que muitos indivíduos com surdocegueira congênita ou que adquiriam precocemente têm deficiências associadas como: físicas e intelectuais.

A aprendizagem:
Como esses indivíduos apresentam dificuldade em observar, compreender e imitar o comportamento, devido às perdas visuais e auditivas,pode-se fazer uso de técnicas como " mão- sobre- mão", "mão sob a mão", estas são importantes estratégias de intervenção para o estabelecimento da comunicação.
A comunicação pode ser receptiva e expressiva. Muitas crianças surdocegas não desenvolvem a fala, no entanto podem expressar-se. Podem também receber as mensagens que lhes são transmitidas por outras vias sensoriais.
Comunicação receptiva é um processo de recepção e compreensão de mensagens. No caso da criança surdocega, por vezes é difícil determinar a forma como ela recebe as mensagens.
Comunicação expressiva é a forma como expressar desejos, necessidades e
sentimentos. A criança surdocega utiliza normalmente formas de comunicação não-verbal tais como sorrisos, movimentos, mudanças de posição que podem ser compreendidos por adultos familiarizados. A comunicação com essas crianças exige dos adultos que trabalham com elas conhecimentos específicos sobre esse tipo de comunicação.


A Pessoa com Deficiência Múltipla
São pessoas que têm mais de uma deficiência associada, com características específicas e peculiarese, consequentemente com necessidades únicas. Por este motivo faz-se necessário dar atenção a dois aspectos importantes: comunicação e posicionamento.
 Crianças que apresentam graves comprometimentos múltiplos e condições médicas frágeis:
1. apresentam mais dificuldades no entendimento das rotinas diárias, gestos ou outras habilidades de comunicação;
2. demonstram dificuldades acentuadas no reconhecimento das pessoas significativas no seu ambiente;
3. realizam movimentos corporais sem propósito;
4. apresentam resposta mínima a barulho, movimento, toque, odores e/ou outros estímulos.
Para obter informações mais aprofundada faz-se necessário a leitura de textos indicados na bibliografia.
Bibliografia:
BOSCO, Ismênia C. M. G.; MESQUITA, Sandra R. S. H.; MAIA, Shirley R. Coletânea UFC-MEC/2010: A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar - Fascículo 05: Surdocegueira e Deficiência Múltipla (2010).

IKONOMIDIS, Vula Maria Apostila sobre “Deficiência Múltipla Sensorial”,2010 sem publicar.

MAIA, Shirley Rodrigues. Aspectos Importantes para saber sobre Surdocegueira e Deficiência Múltipla. Texto elaborado pela Profa. Dra. Shirley Rodrigues Maia para apoiar no desenvolvimento das propostas de Solução para o Problema. Curso de especialização em AEE. São Paulo, 2011. 

ROWLAND Charity e SCHWEIGERT Philip - Soluções Tangíveis para Indivíduos Com Deficiência Múltipla e ou com Surdocegueira. Apostila In mimeo. Tradução Acess. Revisão: Shirley R. Maia - 2013.


SERPA, Ximena Fonegra, Comunicação para Pessoas com Surdocegueira. Tradução do livro Comunicacion para Persona Sordociegas, INSOR-Colômbia 2002.














segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Atividade para desenvolver com aluno DI


Segundo a teoria estrutural - diferencial, o desenvolvimento cognitivo das crianças com deficiência intelectual é diferenciado do desenvolvimento das crianças normais no que se refere às estruturas cognitivas.

Em sala de aula essas crianças encontram dificuldades em centralizar a atenção sobre os elementos essenciais que permitiriam orientar o procedimento de realização das tarefas propostas pelo professor.
O professor da sala de Recurso e da sala de aula regular devem conhecer as dificuldades e potencialidades de seu aluno com DI para posterior planejamento de atividades. 
Um recurso muito eficiente para trabalhar com estes alunos é o brincar. " Brincar é fundamental porque brincando a criança expressa necessidades e desenvolve potencialidades. O desafio contido nas situações lúdicas provoca o pensamento, exercita habilidades e leva a criança a alcançar níveis de desempenho que só as ações por motivação intrínseca conseguem." ( KRAFT, Sandra e CUNHA,Nylse Helena).

Atividades  com tampas de plástico (material descartável)

Descrição:
 - coleção de tampas plásticas de diversas cores e tamanhos ( tampas de pasta dental, desodorante, spray, etc.).

Desenvolve:
 - Discriminação visual;
- Destreza;
- Aquisição de conceitos de cor, forma, tamanho, posição, igualdade, conjunto, quantidade;
- Pensamento lógico;
- Pareamento;
- Seriação;
-  Classificação;
- Noção de diferença e semelhança;
- Composição e decomposição;
- Associação de números e quantidade;
- Operações matemáticas;
- Equilíbrio;
- Criatividade;
- Contagem;
- Sequenciação.

Possibilidades de exploração:
- Manusear as tampas livremente para perceber suas formas, tamanhos e movimentos.
- Criar jogos com elas.

*Exemplos de jogos:
-Dominó por cores - joga-se da maneira tradicional, sendo que a cada jogada o jogador usará 2 tampas. A 1ª que combine com a tampa da mesa ( mesma cor ) e a segunda tem de ser diferente, para dar prosseguimento ao jogo.
- Jogo da matemática -  colocar várias tampas diferentes, viradas para baixo, sobre a mesa; embaixo de uma delas colocar um pequeno objeto.Modificar a posição inicial das tampas e perguntar à criança onde está o objeto.

As coleções de tampas são um ótimo material para mobilizar a criatividade. Também no ensino dos conceitos e das operações matemáticas. As fotos a seguir representam algumas sugestões.





Essas e outras atividades encontram-se no livro BRINCANDO aprendendo e desenvolvendo o pensamento matemático, de Nylse Helena Silva Cunha e Sandra Kraft do Nascimento.



Referências Bibliográfica:
 FIGUEIREDO, Rita V.  Deficiência Intelectual: Cognição e Leitura.
CUNHA, Nylse Helena S. e KRAFT, Sandra N. BRINCANDO aprendendo e desenvolvendo o pensamento matemático.




 
 




sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O parceiro do professor do AEE e do professor da sala de aula comum- TECNOLOGIA ASSISTIVA.

TA é uma ampla gama de equipamentos,  serviços,  estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiência. ( Cook e Hussey, 1995   ).
Segundo Rita Bersch (2006), fazer TA na escola é buscar, com criatividade,  uma alternativa para que o aluno realize o que deseja ou precisa.  É encontrar uma estratégia para que ele possa "fazer" de outro jeito. É valorizar o seu jeito de fazer e aumentar suas capacidades de ação e interação,  a partir de suas habilidades. É conhecer e criar novas alternativas para a comunicação,  mobilidade,  escrita,  leitura, brincadeiras,  artes, utilização de materiais escolares e pedagógicos,  exploração e produção de temas através do computador etc. É envolver o aluno ativamente,  desafiando-o a experimentar e conhecer, permitindo assim que construa individual e coletivamente novos conhecimentos.  É retirar do aluno o papel de espectador e atribuir-lhe a função de ator.
Apesar de a legislação brasileira apontar para o direito do cidadão com deficiência a dispor dos recursos de tecnologia assistiva de que necessita,  estamos no início de um trabalho para o reconhecimento e estruturação desta área do conhecimento em nosso país. No entanto, no campo educacional,  especialmente nos programas de formação de professores para o AEE , o uso desse recurso vem se tornando uma prática.  O TA vem se tornando um aliado indispensável nas práticas pedagógicas da SRM .
"As escolas devem ajustar-se a todas as crianças,  independentes das suas condições físicas,  sociais, linguísticas ou outros..." Declaração de Salamanca,  UNESCO,  1994.

Os recursos podem ser visualizados no site: 
http://www.assistiva.com.br/ca.html

sábado, 17 de agosto de 2013

Papel do AEE na escola.

O AEE tem um papel muito importante na escola e na SRM e o professor trabalhará em parceria com o professor da sala de aula dando-lhe suporte no planejamento das atividades a serem desenvolvidas com o aluno.
O estudo de caso norteará o início do trabalho do professor do AEE, pois através da coleta de dados se detectará  o tipo de problema que o aluno apresenta: cognitivo, de linguagem, de contexto, de saúde e desenvolvimento físico, afetivo, social, de aprendizagem; também qual a origem do problema e quem são as pessoas que estão envolvidas no problema, a partir daí, fazer relações entre as informações coletadas sobre as características do aluno , do seu meio e da relação entre os dois, apoiando-se sobre os diferentes aspectos, destacando os pontos FORTES e as dificuldades referentes a: desenvolvimento e funcionamento cognitivo; linguagem; ambiente.

O AEE contribui de forma  significativa para a aprendizagem e desenvolvimento dos alunos atendidos na SRM, pois o professor de AEE acompanha a trajetória acadêmica de seus alunos, no ensino regular, para atuar com autonomia na escola e em outros espaços de sua vida social.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Curso à distância em AEE: uma boa alternativa de estudo.


Ainda existem dificuldades sérias na aceitação da educação on-line. O modelo convencional ainda é visto como o que “dá certo” ou o “correto” onde o professor na maioria das vezes utiliza-se de métodos expositivos. Aceitar o novo não é tão simples, pois será necessário que tanto professor quanto alunos, busquem o conhecimento, “saiam da inércia” , do tradicional e aprendam a trabalhar com novas ferramentas de aprendizagem. Estudar on-line requer do aluno conhecimentos tecnológicos e muitas vezes esse recurso reforça o tradicionalismo das aulas presenciais e o medo da falta de feedback. Segundo José Manuel Moran, a educação a distância permite formar múltiplas turmas simultaneamente, o gerenciamento dessas situações novas exige planejamento, equipe pedagógica competente e multidisciplinar e a aprendizagem de metodologias e utilização de tecnologias ainda pouco conhecidas. A educação a distância facilita a vida de pessoas que não têm disponível um horário fixo para se deslocar a uma faculdade ou universidade. Ela traz uma flexibilidade onde os cursistas passam a ter autonomia em organizar seu tempo de estudo, este, com muita responsabilidade para que possa acompanhar o ritmo da turma. Contudo deve-se ter o cuidado em observar a seriedade dos cursos ofertados, pois sabemos que há aqueles que só visam o lado financeiro, sem valorizar a aprendizagem. Um bom curso tem um planejamento bem elaborado, mantem um ponto de equilíbrio entre coordenadores, tutores e cursistas na construção grupal do conhecimento, havendo assim grande interação. Um dos fatores que contribuem para uma Pedagogia da Educação on-line satisfatória é o investimento em uma equipe pedagógica que equilibrem a transmissão de informação com atividades de pesquisa, construindo o conhecimento de forma flexível e participativa.
Leiam os textos "o que é um bom curso à distancia?" e " contribuição para uma pedagogia da educação on-line." do escritor José Manuel Moran para aprofundar mais seus conhecimentos sobre o tema abordado.
Boa leitura!!!



Bibliografia 
MORAN, José Manauel, MASETTO, O que é um bom curso a distância? Texto publicado no boletim do Programa Salto para o Futuro da TV Escola sobre educação a distância em 2002 e disponível no endereço: http://www.eca.usp.br/prof/moran/www.tvebrasil.com.br/salto%22 
MORAN, José Manuel, MASETTO, Contribuições para uma pedagogia da educação on-line. In: SILVA, Marco (Org.). Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Loyola, 2003. p. 39-50.

domingo, 26 de maio de 2013

DOMINGO, 26 de maio de 2013

Legislação sobre Educação Especial e Inclusão

CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA / ONU 2006
(Preâmbulo) Ratificada pelo Brasil, através do Decreto Legislativo de 11/06/2008
http://www.inr.pt/uploads/docs/direitosfundamentais/convencao/ConvTxtOfPort.pdf


CONVENÇÃO INTERAMERICANA PARA A ELIMINAÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA AS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIAS (Guatemala) /1999
http://www.esmpu.gov.br/criminosodiscriminar/documentos/convencao_deficiencia.pdf

DECLARAÇÃO DE SALAMANCA (Espanha) / UNESCO 1994
Sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas
Especiais
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf

DECLARAÇÃO MUNDIAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS (Jomtien /Tailândia) /1990
Plano de Ação para satisfazer as Necessidades Básicas de Aprendizagem
http://www.interlegis.gov.br/processo_legislativo/copy_of_20020319150524/20030620161930/20030623105532
DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DAS PESSOAS DEFICIENTES/ ONU 1975
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/dec_def.pdf

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Legislação para Educação Especial

FEDERAL
LDBN/96 Lei no. 9394
Art. 4o., Inc. III
Art. 58, Par. 1o a 3o,
Art. 59
Art. 60
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei9394_ldbn1.pdf


ESTADUAL
DELIBERAÇÃO CEE No. 68/2007
Fixa normas para a educação de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, no sistema estadual de ensino
http://www.ceesp.sp.gov.br/Deliberacoes/de_68_07.htm


RESOLUÇÃO SE No. 11/2008
Dispõe sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas da rede estadual de ensino e dá providências correlatas
http://www.derbp.com.br/res_11_08.htm

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Pessoas com deficiência no sistema global

1955 - Recomendação 99 sobre “Reabilitação de Pessoas Portadoras de Deficiência” (OIT)
1971 - Declaração dos Direitos do Retardado Mental (ONU)
1975 - Declaração dos Direitos dos Impedidos (ONU)
1980 - Classificação Internacional de Deficiências, Incapacidades e Desvantagens (CIDID/OMS)1981 - Ano Internacional das Pessoas com Deficiência (ONU)
1983 - Convenção 159 “Reabilitação Profissional em Emprego de Pessoas Portadoras de Deficiência” (OIT)
1983 - Década das Nações Unidas para as Pessoas com Deficiência
1993 - Normas Uniformes sobre a Igualdade de Oportunidades para Pessoas com Deficiência (ONU)
1994 - Declaração de Salamanca (Espanha)

Pessoas com deficiência no sistema regional
1999 - Convenção Interamericana para a Eliminação de todas as formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência - Convenção da Guatemala (OEA)
2006 - 2016 - Década das Américas para as Pessoas com Deficiência (OEA)

Pessoas com deficiência no sistema nacional
Constituição Federal de 1988
Lei Federal nº 7.853/89 (Política Nacional)
Lei Federal nº 8.112/90 (Cotas no Setor Público)
Lei Federal nº 8.213/91 (Cotas no Setor Privado)
Decreto Federal nº 3.298/99 (Política Nacional)
Federal nº 10.048/00 (Atendimento prioritário)
Lei Federal nº 10.098/00 (Acessibilidade)
Lei Federal nº 10.436/02 (LIBRAS)
Lei Federal nº 11.126/05 (Cão-guia)
Decreto Federal nº 5.296/04 (Acessibilidade)
Decreto Federal nº 5.626/05 (LIBRAS)
Decreto Federal nº 5.904/06 (Cão-guia)
Fonte: Assino Inclusã
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